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From: "Jesus Rodríguez Diego"
Date: Tue, 08 Jul 2008 10:13:15 -0500
Subject: Control biologico de plagas en Brasil
A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, unidade da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária, e o Instituto Francês de Pesquisa Agronômica
(CIRAD) lançaram o livro ‘Bioinseticida e Gafanhotos-Praga’,
que apresenta o relatório final do projeto de pesquisa conduzido em parceria
entre as duas instituições para desenvolvimento de bioinseticida
capaz de controlar os gafanhotos que atuam como pragas no Brasil. A impressão
e o acabamento da obra ficaram a cargo da Embrapa Informação Tecnológica.
Editado pelos pesquisadores Bonifácio Magalhães (Embrapa) e Michel
Lecoq (CIRAD), o livro é resultado de um projeto de pesquisa iniciado
pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em 1993 com o objetivo
específico que chegar a um inseticida biológico eficaz no controle
de gafanhotos, que não causa danos à saúde humana, de animais
e ao meio-ambiente.
Depois de anos de pesquisa, as equipes de cientistas da Embrapa e do CIRAD conseguiram
desenvolver um bioinseticida à base do fungo Metarhizium anisopliae eficaz
no combate ao gafanhoto da espécie Rhammatocerus schistocercoides, de
maior incidência no estado do Mato Grosso, região mais prejudicada
pelos ataques desse inseto no Brasil. Esse fungo é entomopatogênico,
ou seja, específico para o inseto-alvo e, portanto, inofensivo à
saúde humana, de animais e a outros insetos não-alvo. A estirpe
do fungo utilizada pela Embrapa para o desenvolvimento do inseticida biológico
é brasileira, o que torna o seu processo de produção mais
rápido e barato.
O livro apresenta os resultados dos testes de campo realizados com o produto
entre os anos de 1998 a 2002 e que comprovaram a eficiência do bioinseticida
no Mato Grosso. O objetivo, segundo o chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos
e Biotecnologia, José Manuel Cabral, é ‘colocar à
disposição da sociedade os métodos de aplicação
do produto biológico, esperando que possam ser úteis para controlar
populações de gafanhotos naquele estado e em outras regiões
brasileiras’.
Mesmo não sendo um problema tão sério no Brasil quanto
na África, os gafanhotos representam uma preocupação no
país, já que frequentemente causam danos a culturas agrícolas
em diferentes regiões brasileiras. Os ataques ocorrem com maior freqüência
no nordeste e no estado do Mato Grosso, por isso, foram escolhidas para as pesquisas
da Embrapa e do CIRAD, mas outros estados não estão livres da
praga, como Rio Grande do Sul, Rondônia e Minas Gerais, entre outros.
A união entre as duas instituições teve como objetivo principal
diminuir a utilização de produtos químicos no controle
dos gafanhotos.
Segundo o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia,
Francisco Schmidt, que é um dos autores, além de divulgar os métodos
de aplicação do inseticida fúngico, o livro apresenta dados
sobre os gafanhotos que permitem aos produtores e cientistas conhecerem melhor
o comportamento da praga. Uma das informações contidas na publicação
é de que existem no Brasil, pelo menos, 23 espécies de gafanhotos
capazes de causar danos econômicos.
O importante, na visão de Schmidt, é divulgar para a população
técnicas integradas de manejo agrícola, como cuidados na introdução
de novas culturas, uso do solo, utilização de inseticidas biológicos
ou químicos de pouco impacto sobre inimigos naturais e monitoramento
das populações de pragas alvo, entre outras, de modo que permitam
conviver da melhor maneira possível com esses insetos ou combatê-los
,se necessário, com eficiência. ‘O controle biológico
é uma importante ferramenta, mas é necessário que os produtores
saibam como manipular as culturas e o meio-ambiente, de forma a reduzir ou mesmo
evitar os impactos econômicos dos ataques de pragas às culturas
agrícolas. E é isso o que o livro pretende’, finaliza.
e-mail: vendas@sct.embrapa.br, ou pelo
telefone: (61) 3340-9999 .
Fernanda Diniz (MTb 4685/89/DF)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Fones: (61) 3448-4769 e 3340-3672
E-mail: fernanda@cenargen.embrapa.br
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From: "Jesus Rodríguez Diego"
Date: Tue, 08 Jul 2008 10:10:08 -0500
Subject: Científicos estudian los genes de patógenos para proteger
las verduras
Nadie sabe exactamente cómo los microbios tales como Listeria monocytogenes
o Salmonella enterica se pegan a las hojas de la col o las raíces finas
del brote de alfalfa.
Es un misterio que los científicos del Servicio de Investigación
Agrícola (ARS) quieren resolver. Su investigación, realizado en
el Centro de Investigación de la Región Occidental mantenido por
el ARS en Albany, California, podría llevar al descubrimiento de nuevas
maneras de proteger col, alfalfa y otros ingredientes favoritos de la ensalada
contra un ataque por patógenos alimentarios.
Por ejemplo, microbióloga Lisa A. Gorski encabezó una investigación
hace varios años que fue la primera en documentar los genes utilizados
por L. monocytogenes durante una invasión exitosa de las hojas de col.
Gorski realizó el trabajo en colaboración con microbiólogo
Jeffrey D. Palumbo y otros.
Aunque otros científicos han estudiado los genes activados por L. monocytogenes
cuando el patógeno se crece en agar en el laboratorio, antes del estudio
por Gorski, no había ninguna documentación de los genes expresados
por el microbio durante su crecimiento en una verdura.
Listeria es probablemente mejor conocida por su habilidad de establecer colonias
en humanos en vez de en plantas. Pero el grupo de científicos en Albany
descubrió que Listeria, cuando invadiendo la col, utiliza algunos de
los mismos genes usados por los microbios de plantas para colonizar sus huéspedes
y extenderse inocuamente en las plantas.
En nuevas investigaciones, Gorski quiere identificar los genes responsables
de las habilidades ampliamente variadas de ocho cepas de Listeria de colonizar
exitosamente las raíces muy finas de la alfalfa.
Ella también tiene un interés en estudiar, e incapacitar, los
genes que ayudan a algunas colonias de Listeria a resistir sacamiento por el
agua.
Lea más sobre la investigación en la revista 'Agricultural Research'
de julio del 2008.
ARS es una agencia de investigaciones científicas del Departamento de
Agricultura de EE.UU.